João Gilberto Noll: um clarão de lucidez em anos de treva

Autor

Leo Gilson Ribeiro

Resumo
Jornal da Tarde, 1980-08-16. Aguardando revisão.

Enfim, a Revolução pariu um escritor.

João Gilberto Noll estava na adolescência quando em 1964 o Brasil se viu diante do dilema de manter uma democracia que com os anos foi se tornando cada vez mais periclitante (até a abertura de hoje) ou virar um feudo, maior do que Cuba, da Mãe-Pátria soviética e ordenhar nossas gordas tetas sul-americanas. Ao que parece, João Gilberto Noll é gaúcho, mas da estirpe dos Raul Pilla e não da tríade totalitária Getúlio Vargas, seu filho espúrio Jango Goulart e o inefável neo-democrata Brizola. Portanto, já neste espantoso livro de estreia, O Cego e a Dançarina, Editora Civilização Brasileira surpreende e atordoa o leitor. Como? Então um jovem com menos de 30 anos, presumivelmente, submetidos a todas as lavagens cerebrais totalitárias da extrema direita e da extrema esquerda consegue ser um extraordinário escritor sem ser panfletário?!

É. Por razões que só a inteligência, a sensibilidade e o talento explicam, consegue. Eu diria até mais: João Gilberto Noll é o único escritor vivo da sua geração que é admirável como contista. Porque embora o Brasil conte mais recentemente com o delicioso romancista amazonense Mário Souza e com o deslumbramento plural da ficcionista Hilda Hilst, além do vigor narrativo incomensurável de um João Antônio, o escritor de Manaus, até agora, pelo menos, não se revelou como contista. E Hilda Hilst e João Antônio pertencem a uma geração anterior à do estreante gaúcho.

João Gilberto Noll vem preencher uma lacuna importantíssima na cronologia do Brasil pós-Médici: vem demonstrar que nem todas as gavetas trancafiadas pela draconiana censura da dobradinha Falcão-Buzaid estavam vazias. Não sei se os leitores estão lembrados, mas o entorpecimento crescente das mentes pensantes a partir de 1964 criou um cerco não só político, econômico e social no Brasil atual: asfixiou-se paulatinamente a possibilidade de racionar, quanto mais a de criar, pecado para o qual se previam punições e torturas terríveis nos desvãos do autoritarismo onisciente. Depois, com Geisel e mais acentuadamente com Figueiredo, apesar de seus tropeços um tanto equinos, a abertura política, a anistia, a abolição do AI-5 etc. etc., passou a não ser mais proibido respirar no Brasil, na esfera metabiológica: a do pensamento e da criatividade. E foi aquele vexame: por mais gavetas que abrissem, mais vácuo se encontrava. Onde estavam as obras-primas de todos os gêneros literários que a censura esmagara e que aguardavam a abertura para espocar no ar seu oxigênio e sua grandeza? Ninguém sabe por que, não se achavam em lugar algum.

De repente, rompendo o asfalto da estultice e da empáfia, brota este livro maduro, atordoante, já dotado de um estilo fascinante, ágil, original. Alguns dirão: graças a Nossa Senhora de Aparecida, o Noll não prega cartilhas ideológicas. Outros pensarão: é membro da esquerda lúcida, autocrítica, autoreformada, fecunda e fecundante. Seja como for, O Cego e a Dançarina é o primeiro livro a emergir deste longo silêncio que realmente e cronologicamente assinala a novidade de uma abertura.

A primeira vista, poderia parecer que se trata de um discípulo do excelente contista Rubem Fonseca. Depois, quem sabe?, não seria descabido imaginar que o autor tivesse lido atentamente o magnífico contista paranaense, Dalton Trevisan, o vampiro de Curitiba, chupador do sangue-segredo de seus corações e almas. Compreensível engano. João Gilberto Noll está equidistante dos dois: mas traz uma nota pessoal, nova, sua, ao conto brasileiro contemporâneo. Existe nele, sempre, subjacente, o tema da perplexidade: como conviver ou sobreviver dentro de uma realidade tão cruel, tão banal, tão múltipla? Depois existem temas correlatos: o ódio entre as pessoas, o medo, a cilada como formas de incomunicabilidade humana – e a solidão.

No conto inicial, “Alguma coisa urgentemente”, um estudante falta às aulas para socorrer o pau moribundo, os dois jogados num apartamento cada vez mais sujo e literalmente entregue às baratas num prédio da avenida Atlântica, no Rio. Um sorveteiro da “Geneal”, que passa olhares de desejos pelas moças de tanga na praia, conversa com o estudante e lhe dá sua única refeição diária: um cachorro-quente com muita mostarda. Para experimentar, o rapazinho se prostitui uma noite em que encontra uma turminha de jovens como ele que fumam maconha e sugere que ele entre no Mercedes luzidio de um senhor distinto: “Vai lá, eles me empurraram. E eu fui.

Nada de rótulos, porém: só desta vez aparece, como rápido relance, o assunto do homossexualismo. A realidade de João Gilberto Noll é muito mais rica e abrangente. Ele aborda outras regiões do que é um ser humano e passa direto para a morte: na noite seguinte à sua frustrada tentativa de viver da prostituição, o estudante que cabula aulas vê o pau entrar:

“Ele então sentou-se e foi incisivo:

Não compete ao crítico estragar o prazer do leitor e contar como prossegue e acaba a história. Mas lhe compete, sem dúvida, esclarecer: de conto a conto o escritor vai melhorando vai-se aperfeiçoando até atingir pequenas obras-primas miniaturescas (são todos relatos curtos, incisivos, hai-kais da angústia e do beco sem saída que é viver dando à vida um sentido beatificamente alegre e otimista). “O meu amigo”, por exemplo, é exatamente o contrário do que o título sarcástico, sádico e mentiroso diz por que depois de um ou dois parágrafos breves quem narra confessa:

“Uma tarde choveu muito forte e mesmo assim nós dois não arredamos pé da margem do lago, encharcados e lambuzados de barro, de folhas de plantas, de um tédio pastoso. E ali ficamos até as sete horas da tarde. Final do verão e das férias, as bicicletas deitadas sobre a grama. Eu tinha horror dele, desejava a sua morte repentina, sem lhe dar chance de recuperar um único suspiro.” Linhas adiante:

“Mas eu não o matei. E aconteceu o imprevisto. Eu chorava na beira do lago por me sentir um covarde, por não conseguir a coragem. Eu o esperava ali há três horas. Até que apareceu um negro alto e corpulento, completamente desconhecido, caminhando displicentemente pela margem do lago. Eu perguntei as horas para ele e ele respondeu que tinha fugido do hospício de Lagoassim, uma cidade vizinha, e que agora iria caminhar pelo mundo até morrer. Até morrer? – perguntei. Até morrer – ele respondeu. E ficou um silêncio turvo. E como ele tinha um olhar de louco, para quem a gente poderia contar qualquer segredo comprometedor, porque, se ele o revelasse, ninguém acreditaria, eu contei para ele toda a história do meu plano de assassinato, contei tintim por tintim do meu ódio daquela pessoa que estava custando a aparecer naquela tarde. Eu falava cuspindo na areia e nas pedras, eu cuspi tanto que cheguei a escarrar uma gosma de sangue, e o olhar do homem arregalava-se a cada palavra minha, e a sua boca abria-se lentamente de um prazer insuportável e a sua expressão era a de um homem em vias de encontrar a sua missão, e o céu arroxeava-se, moía nuvens, pesava como prestes a desabar.” 11 linhas depois o conto termina.

“Miguel, Miguel, não tens abelhas e vendes mel” começa com a criança estudando geografia num atlas colorido: localiza o Lago Titicaca “e ali está o lago estagnado mas com uma força que puxa o dedinho de Miguelzinho para dentro de suas águas escuras e misteriosas. Miguelzinho estremece e conta para a mamãe. A mãe guarda o dedinho de Miguelzinho para sempre contra os lagos famintos que quando menos se espera engolem dedos”.

Que distância galáctica dos abecedários do realismo socialista! Como se respira ao verificar que a consciência das injustiças sociais não precisa forçosamente engolir o raciocínio nem obedecer dogmaticamente cartilhas importadas como Kalashnikovs verbais!

E o conto vai surrealisticamente subindo de espanto em espanto. Miguelzinho é uma vítima do silêncio que o circunda: “Não pode saber nunca nada porque ninguém lhe conta”. Então, Miguelzinho se transfigura ou, como diriam os espíritas, encarna literalmente num homem grande e de barriga imensa de tanto chope, o açougueiro seu Patrício. Assiste ao almoço de seu Patrício com a família e mal reconhece o Zeca, seu colega de escola e na verdade filho de seu Patrício. Para o Zeca, que nem suspeita da transformação Miguelzinho-Patrício “começa a falar uma coisa que ele nem sabe:

Em pouquíssimas linhas, toda uma denúncia social: no Brasil manipulado pelos Delfins Netos e Malufs contemporâneos já se chegou ao nível da fome. O povo come estatísticas. Mas com uma mudança de enfoque inesperada, a constatação óbvia mostra um aspecto inusitado, inesperado da inflação: e os açougueiros, pequeno-burgueses, também não sofrem com a ausência de freguesia? A fome é plural: não atinge só os que não podem pagar o preço da carne. Por isso discordo democraticamente do excelente escritor de Manaus, Márcio Souza, que apresenta o livro e se refere apenas aos males do capitalismo: por acaso em Moscou as filas para comprar o que quer que seja, inclusive carne, não terminam muito antes porque as mercadorias do paraíso soviético terminaram até antes do que elas?

João Gilberto Noll, como todo artista profundo, não se deixa enlear pelas malhas gosmentas da mera ideologia dogmática. A fome não mata a angústia, embora mate o potencial recipiente de angústia antes que o estômago se encha. O mundo do autor estreante é multifacetado, não é passível de ser interpretado apenas ideologicamente. Ele tem um conto, por exemplo, “Marylin no Inferno” que é tudo que os Robertos Drummonds da vida dariam a vida para ter escrito. Trata-se de um produtor aloucado norte-americano e vem fazer filmes de faroeste na zona unanimemente considerada, até pela ONU, a mais violenta do planeta:

“É o primeiro western rodado no Brasil, a Baixada Fluminense imitando as pradarias do Arizona. Nenhuma grande estrela. Todos temem o fracasso do filme”.

É uma incursão dolorosa e deliciosa no mundo classificado como Terceiro: o figurante sonha em aparecer na capa da revista “Amiga” abraçado com a atriz de televisão Rosamaria Murtinho, embora na verdade preferisse estar agarrado com a igualmente atriz de tv Aracy Balabanian. O diretor dos States se deleita com o azul acidentado da Baixada Fluminense: aquilo lhe lembra o gênio cinematográfico russo Eisenstein, antes que papai Stálin lhe cortasse a carreira, e resolve prestar uma homenagem ao diretor de “O Potenkin”. E há muitas incursões a mais pelo humor levemente negro daquele hippie de Ipanema metido num uniforme de soldado sulista da Guerra de Secessão dos EUA e sonhando com Marylin Monroe e Bette Davis açoitadas pelos seus diretores para atingir a glória no firmamento de Holywood e delirando com o paraíso que seria participar de um filem intitulado “Kung Fu contra os espadachins de Damasco”.

Seria impossível – e inútil – analisar história por história. Há em cada uma delas frases dilacerantes, como os envelhecidos pelos portugueses que vieram para o Brasil escorraçados por Salazar e que reconhecem no filho e na namorada deste a imagem do que ele e a mulher eram em Portugal, o que queria ter sido e não foram: “Tu e o Pedro parecem eu e a minha mulher na mocidade, duas pessoas com extremas dificuldades para aderir ao mundo que cerca, a essa ordem que esconde uma desordem tão devastadora que nos cansamos antes da hora”.

Há a mulata que queria ser como a modelo Luana, uma brasileira preta que fez sucesso em Paris e se casou com um nobre de família antiga. A mulata, mesmo se achando “um luxo” como corpo e como charme, reconhece em meio a seus devaneios enquanto espera o amante que odeia amando: “Sou eu que começo a pensar em mim como uma coisa que podia ser”. Esta é a tônica presente em quase todos estes contos: a noção de se saber que podíamos ter sido diferentes, mas as circunstâncias não permitiram. Generoso, João Gilberto Noll não impõe dogmas a seus leitores, acredita democraticamente numa pluralidade de interpretações: não conseguimos ser o que queríamos por obstáculos econômicos, políticos, sociais, raciais, de discriminação sexual machista, por tabus religiosos, por covardia, por falta de sorte e milhares de outros empecilhos, todos válidos e talvez até todos se entrelaçando para nos impedir de ser aquilo que Marcuse declarava ser possível ser em Eros e Civilização e que Wilheim Reich almejava como utopia do ser inteiramente livre de um futuro não entrevisto, mas desejado.

E não é difícil verificar palpavelmente que, já neste primeiro livro, Noll depara com a complexidade das relações humanas e a revela, como na presa política que traz ainda na pele as cicatrizes das torturas a que foi submetida e que, no entanto, está ali, provavelmente em Brasília, a se entregar alucinadamente a um homem que representa o Poder do Estado, justamente do Estado que a brutalizou. Aí João Gilberto Noll atinge por algumas linhas, talvez a perfeição:

“Nadja caminha entre as aleias do cemitério e sabe que engravidou. Foi na casa do ministro, numa festa em que havia um quarto fechado onde aconteceu Nadja brincar com um Fulano que apareceu tão sedutor que ela disse para si mesma ele me tenta cada vez que me olha com esses olhos de loucura, ele tem uma insanidade tão estética que me faz pensar que bom seria se esse momento se eternizasse e eu não tivesse mais o dia de amanhã assim precisado de concatenar fusos de amor e desamor e fosse eu tão-só este agora com este homem lindo de coxas rijas e este olhar de mel e pimenta e lábios que sabem beijar como me beijam neste momento, em que eu me entrego como um animal sem falhas a contabilizar, um discurso fluido do corpo que começa a se declarar, pois os botões já estão se abrindo sozinhos somos uma só carne diz a Bíblia, mas eu não quero pensar em Bíblia logo agora que começo a adivinhar um gozo fatal.”

E com uma ironia de gourmet requintadíssimo das palavras, Noll se e nos delicia com brincadeiras do tipo “ele me contou então que era o filho do Ministro, então eu me lembrei de tê-lo visto numa foto da coluna do Zózimo” (colunista social do jornal carioca Jornal do Brasil). Ou com passagens rápidas da prisão do amor eterno no inferno descrito por Sartre em Huis Clos, o filho do Ministro numa festa em Los Angeles querendo conversar com o diretor Bogdanovich enquanto Marcuse comentava risonho A Consciência Infeliz. E dá suas pinceladas de Reich derivado da Grécia antiga, com toques de um feminismo inteligente ao fazer sua mulher enigmática dizer: “Desde cedo compreendi que ser mulher é um problema ontológico. Como ser homem também é. Entende? Entende que não há alienação possível do nosso corpo? Entende amor?”

Até a proposital ausência de pontuação permite ao leitor uma leitura aberta como as propugnadas no Brasil pelos irmão Haroldo e Augusto de Campos e na Itália por Umberto Eco: “Entende amor” tanto pode ser “Você entende o que é o amor?” como pode ser “Entende, meu amor?”, permitindo ainda várias outras exegeses.

Assim como a magnífica Clarice Lispector que alguns ignorantes alienígenas tacham de “lixo” (Deus os perdoe porque não sabem nem pensar quanto mais saber o que escrevem!), assim como a magnífica Clarice Lispector se permitiu a brincadeira de criar um conto com uma portuguesa a monologar, usando expressões castiçamente lusitanas, Noll se permite – e com que graça! – fazer um conto maravilhoso com Casimiro de Abreu, talvez o nosso supremo poeta romântico, o Chopin morto cedo para a nossa poesia. Casimiro de Abreu tem o mesmo livro de Lamartine no colo, os mesmos versos que falam da “aurora da vida que os anos não trazem mais”, mas seu pai era a favor do governo de Castelo Branco e o pau da sua namorada era janguista, Casimiro veste uma sunga vermelha e toma Coca-Cola pelo canudinho, Casimiro lê nos bondes que “Para a caspa, nada como Sana-Caspa”. Ele abre o catálogo telefônico antes de dormir e ouve a voz do jornaleiro alardeando as manchetes do jornal O Globo que falam em flagelados, provavelmente vítimas da seca que, hoje como sempre antes assola o Nordeste.

Coexiste com esse mundo fantástico de tanta riqueza toda uma série de acenos furtivos, mas inesquecíveis à situação presente brasileira: perpassam pelos contos o representante da extrema Direita que atingiu Dallari e dinamita bancas de jornais, ladrões famintos alvejados em supermercados, vítimas de assaltos com tiros na vista. É um livro delicadamente visceral. Remexe nas entranhas do leitor com a perícia de um cirurgião que tocasse todos os dias Debussy ao piano. Como clima, esses contos, têm uma atmosfera inelutável, inexorável, inevitável de elegia. Uma dessas histórias alinha em 20 linhas 20 vocábulos negativos, de derrota, fuga, imutabilidade, esquecimento, inutilidade, abandono, covardia, desproteção, deserto, ninguém, morte. Tratam dos enfoques mais diversos: a inundação de uma cidadezinha porque ali se fará um lago indispensável para o progresso das hidrelétricas e a concomitante loucura dos moradores privados de seu habitat, seus costumes e lembranças. E em certos momentos o autor, precoce, se revela, com faíscas de gênio futuro se continuar na literatura começando já tão alto, com poucos senões:

“É muito difícil conciliar as emoções com a moral e os pensamentos, é muito difícil conciliar o desejo que padece em nós com o futuro que pensamos perseguir um dia, é muito difícil existir porque realmente se quer.”

João Gilberto Noll não é o chavão surradíssimo de “um jovem talento promissor”. Mesmo que ele nunca mais escreva outro livro, o que esperamos sinceramente será uma ameaça da qual ele nos libertará, já estes clarões de lucidez de O Cego e a Dançarina bastariam para colocá-lo – se forem precisos os rótulos – como o talento plural e mais maduro, mais admiravelmente surpreendente da geração que no Brasil orça pelos vinte, trinta anos e portanto não são pessoas em que devemos confiar: ele jovem e Dyonélio Machado octogenário em Porto Alegre são dois momentos culminantes da contribuição do Rio Grande do Sul (se ele for gaúcho) à moderna literatura brasileira. A faixa etária só conta aqui por que se trata do primeiro talento indelével que surgiu no Brasil depois de 1964, salvo erro de alguma amnésia ou esclerose repentina de parte da crítica. Seja como for, o leitor está fazendo um favor a si próprio lendo Noll: é uma forma permanente de enriquecer-se e descrer do viço da literatura nova do Brasil. É pouco?

Reuso

Citação

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Por favor, cite este trabalho como:
Gilson Ribeiro, Leo. (1980) 2023. “João Gilberto Noll: um clarão de lucidez em anos de treva.” In Grandes contistas brasileiros do século XX, edited by Fernando Rey Puente, 10:undefined. Textos Reunidos de Leo Gilson Ribeiro. https://doi.org/10.5281/zenodo.8368806.